N° 100, 24 de junho de 2013
Fique por Dentro
Fique por Dentro
Pecuária Sudeste
N° 102, 15 de julho de 2013
N
a semana passada novos
colegas começaram a ser
treinados para o uso de tablets
no trabalho dos setores de campos
experimentais e manejo animal.
Desde o início do ano, três aparelhos
já estavam em teste.
Segundo Jorge Novi, supervisor
substituto do setor de campos
experimentais, tanto é possível inserir
no tablet dados de experimentos,
quanto registrar todas as atividades
feitas no campo, com horário e
respectivo projeto de pesquisa.
Jorge está usando o tablet há
quatro meses para lançar números
como altura e peso de amostras
de forragem, tanto verdes quanto
secas. Ele diz estar mais do que
satisfeito. "É muito mais prático,
diminuímos a quantidade de erros
em quase 90%", afirma. Quando os
dados são digitados no tablet, já são
imediatamente sincronizados com um
computador e lançados no Gecampe.
A utilização dos tablets é
acompanhada de perto pelo Núcleo
de Tecnologia da Informação (NTI).
Segundo o supervisor Edilson
Guimarães, o uso não é obrigatório,
apenas os empregados com
familiaridade com a informática são
treinados para isso.
Existem mais três aparelhos
guardados no NTI para entrar em
funcionamento. O setor pediu no
orçamento de 2014 mais vinte
unidades. A ideia é que cada equipe
tenha um tablet. "Estudamos bastante
as opções para informatizar esse
processo. O tablet foi escolhido
porque é muito intuitivo e fácil de
usar, mas tem a desvantagem de ser
frágil, precisa ter cuidado com água e
poeira". Edilson informa ainda que em
breve os tablets serão usados também
para registrar a localização de cada
animal, além das estações de monta.
De acordo com o chefe-adjunto de
Administração, Rodolfo Godoy, o
tablet permite maior segurança no
manuseio da informação, pois o
número de etapas diminui muito.
"Esse processo visa não só dar
maior agilidade, como também e
principalmente segurança na coleta e
processamento de dados de pesquisa
e administrativos".
G
ecampe
chega
a
20
mil
registros
O banco de dados informatizado
do Gecampe está completando um
ano. Segundo Edilson, neste período
foram inseridos 20 mil registros de
atividades, das quais cerca de mil via
tablets. Até o ano passado, a Unidade
não possuía uma fonte unificada com
tudo o que se faz no campo. Cada
informação ficava isolada.
Agora, quem entra no Gecampe
consegue ver tudo o que foi
feito, desde datas e horários de
ordenha, com os respectivos
responsáveis, medidas biométricas
(peso, altura, etc), coleta de
dados de experimentos, exames
clínicos, limpeza de instalações,
e muitas outras atividades. "O
processo de informatização das
atividades administrativas vem
sendo desenvolvido há anos,
gradativamente, procurando atingir
todas as áreas. No caso das atividades
de campo, é fundamental para manter
uma memória dos experimentos",
afirma Godoy.
Foto: Larissa Morais
M
ais
empregados
são
treinados
para
uso
de
tablet
no
campo
Alberto e João foram treinados na semana passada