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N° 100, 24 de junho de 2013
Fique por Dentro
Fique por Dentro
Pecuária Sudeste
N° 127, 20 de janeiro de 2014
O
pesquisador Rui Machado assumiu, nesta segunda-
feira (20), a gestão da Embrapa Pecuária Sudeste
de 2014 a 2016. Ele substitui o chefe-geral,
Maurício Mello de Alencar. Os novos chefes-adjuntos
são: o pesquisador Alexandre Berndt, de Pesquisa e
Desenvolvimento, o analista Marco Aurélio Bergamaschi
assumiu a chefia de Administração e o analista André Luiz
Novo, de Transferência de Tecnologia.
O plano de trabalho tem foco em inovação tecnológica
para aumentar a renda no campo e objetiva estabelecer
uma administração flexível e motivadora.
Inovação
A proposta é avaliar os projetos desde seu início para
determinar a viabilidade socioeconômica e ambiental
das tecnologias, serviços, processos ou produtos a
serem desenvolvidos. Para isso, no âmbito estratégico,
pretende-se criar políticas voltadas para empoderar os
órgãos de cognição da Unidade. “Um trabalho íntimo
com os núcleos (apoio à programação, temáticos e de
desenvolvimento institucional) e comissões permanentes
(propriedade intelectual, ética no uso de animais, etc.),
de tal modo que essa integração de inteligência consiga
levantar demandas e transformá-las nas soluções a
serem alcançadas nos projetos de pesquisa”, explica Rui
Machado.
No âmbito operacional, a criação do “Escritório de
Projetos” dará apoio às equipes de pesquisa. “De que
forma isso seria feito? Por exemplo, no apoio à captação e
execução de recursos, levantamento de editais apropriados
e na formação de parcerias. Fazendo isso no nascedouro
da ideia, facilitamos o trabalho dos pesquisadores”, afirma.
Gestão Flexível
O novo chefe-geral diz que há espaço para a aplicação
de ideias mais flexíveis, observando as normas legais.
Para isso, apresenta quatro propostas: interconexão entre
as equipes e setores, capacitação em competências,
delegação planejada de tarefas e empoderamento dos
empregados. De acordo com ele, a interconexão seria
como a prestação de auxílio entre os membros das
equipes e de setores diferentes. “Algumas vezes, um setor,
em determinada circunstância ou época do ano, é mais
demandado que outro. A ideia é que o setor que tenha,
naquela oportunidade, demanda menor, auxilie aquele
com maior demanda”, esclarece.
Ampliar os treinamentos e capacitar várias pessoas em
diferentes competências básicas é outro item para uma
gestão mais flexível. “Realizar treinamentos para que os
funcionários estejam capacitados para exercerem novas
tarefas”, afirma.
No que diz respeito à delegação planejada, Rui Machado
salienta que não basta apenas atribuir tarefas, mas
acompanhar sua execução, oferecendo meios e recursos,
visando à otimização do trabalho.
Para empoderar o empregado, o pesquisador explica que,
cada um, no limite de suas atribuições e com os recursos
necessários, precisa conhecer os processos envolvidos no
seu trabalho, ou seja, o que e como deve ser feito, qual o
objetivo a ser alcançado e o resultado esperado.
Motivação
Rui Machado espera que sua gestão seja motivadora e
inspiradora. “As condições hoje são muito interessantes
em relação à qualificação de pessoal e infraestrutura.
Nós melhoramos bastante”. Ele garante - "motivando-se
as equipes, o direcionamento estratégico irá assegurar o
alcance do desempenho esperado”.
O novo gestor está bastante otimista. “Eu acredito muito
na equipe, mesmo reconhecendo que há um grande
desafio a ser vencido, dada a importância do agronegócio
para a economia e para a sociedade brasileira. Nós vamos
conseguir superar as dificuldades”, conclui.
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