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Pecuária Sudeste
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Ano IV, n.º 49, 25 de maio de 2012.
5
S
aúde
ALCOOLISMO
O
uso de substâncias que modificam o estado psicológico tem ocorrido em todas as culturas conhecidas desde
a Antiguidade mais remota. O alcoolismo é uma doença que afeta a saúde física, o bem estar emocional e
o comportamento do indivíduo.
Segundo estatísticas americanas, atinge 14% de sua população e no Brasil estima-se que entre 10 a 20% da população
sofra deste mal. O álcool é classificado como um depressor do sistema nervoso central.
C
omo
se
trata
?
Em primeiro lugar é preciso esclarecer que não existe um tratamento ideal para o alcoolismo. Por isso, os casos
devem ser considerados individualmente, e a partir de um bom exame clínico, deve-se indicar o tratamento mais
apropriado para cada paciente, de acordo com o grau de dependência.
Pode-se começar o tratamento ajudando o paciente a reconhecer seu problema e a necessidade de tratar-se e de
tentar abster-se do álcool. A indicação de internação, pelo menos como fase inicial de desintoxicação, costuma ser
a regra.
Em ambulatório, os tratamentos disponíveis são a psicoterapia cognitivo-
comportamental e a psicoterapia de orientação analítica, realizadas
individualmente ou em grupo.
Os grupos de autoajuda, como os Alcoólicos Anônimos, têm-se mostrado
uma das alternativas mais eficazes no tratamento do paciente alcoolista
e no acompanhamento de sua família, o que costuma ser indispensável
para o bom andamento do tratamento. Algumas medicações podem
ser utilizadas para causar uma reação física violenta se a pessoa ingere
álcool ou ainda bloquear a vontade e o prazer de beber.
I
nforme
Comissão de Clima Organizacional realiza reuniões com setores
A
Comissão de Clima Organizacional se reuniu na última terça-feira (22) com o Setor de Gestão de Pessoas
(SGP) para levantar informações sobre aos fatores com baixo índice de favorabilidade na pesquisa de clima.
Os encontros utilizam a metodologia de diagnóstico participativo, que valoriza os problemas identificados pelos
próprios participantes, baseando-se nos seus conceitos e critérios de explicação.
Em vez de confrontar as pessoas com perguntas prontas, a ideia é que os participantes analisem a situação e
valorizem diferentes opções para melhorá-la. O objetivo é apoiar a autonomia do público-alvo pela participação
e, assim, fomentar a reflexão e o desenvolvimento. Segundo a pesquisadora Maria Luiza Nicodemo, presidente
da comissão, “essa metodologia permite aprofundar a discussão nos pontos que apareceram na pesquisa da
Embrapa para construirmos um plano de melhorias participativo, pautado nas necessidades reais de cada setor”.
A comissão pretende finalizar o levantamento com todos os setores até julho. Confira as próximas reuniões:
Setor de Gestão de Transferência de Tecnologia (SGTT)
30 de maio
Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
30 de maio
Biblioteca
04 de junho
Setor de Laboratórios
06 de junho