Pecuária Sudeste
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Nº 82, 22 de fevereiro de 2013.
N
otícia
A
s ações de disseminação das tecnologias de integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF) para 2013 já
estão sendo planejadas por colegas das áreas de transferência de tecnologia e da pesquisa.
Segundo o chefe-adjunto de TT em exercício, Carlos Eduardo Santos, a parceria da Unidade com a Cati
e a Apta no acompanhamento de unidades demonstrativas (UDs) continua e deve ser formalizada.
A primeira atividade deve ocorrer em março, em Pindorama (SP), em data a definir. Convidado pela
pesquisadora Maria Luiza Nicodemo , um técnico do Instituto de Economia Agrícola ministrará uma
palestra sobre demanda de produtos florestais. Na ocasião, também será realizada a primeira reunião
do fórum paulista de iLPF de 2013 - criado há dois anos, esse fórum reúne técnicos ligados a várias
instituições de ensino, de pesquisa e de transferência de tecnologia, bem como autônomos.
Até o início de maio o grupo deve promover um curso em parceria com a FMU (Faculdades
Metropolitanas Unidas). A ideia é também fazer dias de campo em alguns municípios do Estado,
como Riolândia, Olímpia e Araraquara. Nesta última cidade está sendo discutida a implantação de
uma UD em parceria com o Instituto Aequitas.
Outra ação prevista é firmar um contrato de cooperação com a fazenda Nelson Guerreiro, em Brotas,
uma das principais unidades demonstrativas de iLPF no Estado. Antigos parceiros da Embrapa,
os proprietários têm áreas de sistema silvipastoril, de iLPF e no segundo semestre devem iniciar a
recuperação de duas áreas que integram a reserva legal, considerando a possibilidade de manejo para
recuperação ambiental e geração de renda.
Ainda no primeiro semestre, será feita visita às UDs para coletar dados de desenvolvimento das árvores
(várias espécies e clones de eucalipto) e da pastagem sombreada.
Outras iniciativas
Para que haja maior
integração
entre
os membros do
fórum paulista de
iLPF, foi criado em
janeiro um grupo
na rede social Ning,
em que técnicos
e pesquisadores
debatem e trocam
experiências pela
internet.
A Embrapa estuda
a possibilidade de
transformar o tema
iLPF em um portfólio próprio, o que significa reforçar institucionalmente essas tecnologias, ligadas ao
programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), do Governo Federal. Dentro desse portfólio haverá
planos regionalizados, entre eles, um projeto componente envolvendo São Paulo, Paraná e Mato
Grosso do Sul.
Também foi criada uma Rede de Fomento à iLPF no ano passado, unindo a Embrapa e empresas
privadas, como Bunge e John Deere, para incentivar a adoção desses sistemas.
Equipede iLPF planejaatividades para2013