Pecuária Sudeste
Fique por dentro
Nº 83, 1º de março de 2013.
3
S
aúde
DiadaMulher terábate-papoemassagem
Foi distribuído a todos
os empregados durante
esta semana o bloco
de notas do projeto de
comunicação interna da
Unidade. Além de muitas
folhas para anotação, o
bloco tem calendários
com todos os eventos de
2013 e frases relacionadas
a temas como
integração e diálogo.
O
Dia Internacional da Mulher será lembrado na Unidade com um bate-papo
sobre cuidados com a saúde. Na manhã do dia 8, a pesquisadora Márcia
Cristina de Sena Oliveira contará aos colegas como superou o câncer de mama.
No primeiro semestre de 2010, Márcia fez o exame de mamografia, como já
estava habituada. O médico não identificou nada, então a pesquisadora viajou
para os Estados Unidos, onde fez um curso durante três meses. Lá, percebeu um
caroço no seio.
Márcia conta que havia percebido no último exame uma mancha, mas o médico
disse que não era nada. Por isso, ela recomenda consultar um profissional atento
e criterioso. E sempre prestar atenção aos sinais do corpo. "Tenho percebido que
geralmente somos nós que descobrimos o câncer, os médicos muitas vezes não
percebem os sinais", diz a colega.
O tratamento da pesquisadora durou oito meses, entre a cirurgia para retirar o
tumor, a quimioterapia e a radioterapia. O diagnóstico precoce foi fundamental
para o sucesso de todas essas etapas. Segundo Márcia, o câncer estava em estágio
inicial.
Durante todo esse tempo, a colega não parou de trabalhar. Apenas tirou folgas após as sessões de quimioterapia. "O
trabalho foi essencial para manter a cabeça ocupada e enfrentar melhor o tratamento", explica.
No bate-papo da próxima sexta-feira, Márcia mostrará o que aprendeu sobre o câncer, além de contar sua vivência. À tarde,
haverá sessões de massagem rápida.
Foto: Larissa Morais
Nesta semana a pesquisadora Marcela Vinholis defendeu sua tese de doutorado na UFSCar.
Um dos membros da banca foi o chefe-geral Maurício Alencar. No próximo informativo,
falaremos mais sobre o trabalho da colega, que deve voltar à Unidade em abril.
Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama
é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22%
dos casos novos a cada ano. Se diagnosticado e tratado
oportunamente, o prognóstico é relativamente bom.
No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama
continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença
ainda é diagnosticada em estágios avançados. Relativamente
raro antes dos 35 anos, acima desta faixa etária sua incidência
cresce rápida e progressivamente.