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Pecuária Sudeste
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Nº 87, 1 de abril de 2013.
P&D
Pesquisa discute arranjos de projetos
A
organização dos projetos de pesquisa em arranjos foi discutida em reunião na última terça-feira (26), no
auditório Manfred Bugner. A chefe adjunta de pesquisa, Ana Rita Araújo Nogueira, apresentou uma proposta
de arranjo de projetos para intensificação sustentável da produção de leite a pasto, liderada pela Embrapa Gado
de Leite.
Foi feito um convite para que a Unidade faça parte desse arranjo, composto de seis projetos, sendo 3 MP2,
1 MP3, 1 MP4 e 1 MP6. Houve consenso de que a Embrapa Pecuária Sudeste deve participar. As pesquisas
com melhoramento genético da alfafa, lideradas pelo pesquisador Reinaldo de Paula Ferreira, já poderiam ser
incluídas neste arranjo.
Os arranjos são agrupamentos de vários projetos com afinidades entre si, liderados pela unidade proponente,
e com participação de outros centros de pesquisa. Acompanhamento e avaliação serão realizados com base no
arranjo (conjunto) e não em projetos individuais.
As cartas-consulta de arranjos serão avaliadas apenas no nível estratégico, pelo Comitê Gestor da Programação
(CGP), em calendário pré-determinado, de modo que as equipes possam receber o parecer em até 60 dias. A carta-
consulta da Embrapa Gado de Leite, por exemplo, será submetida na chamada com prazo final até 6 de abril,
para início de execução em 2 de janeiro de 2014.
A reunião também abordou a possibilidade de a Embrapa Pecuária Sudeste liderar um arranjo que unifique
grande parte de nossas linhas de pesquisa, com participação de outros centros de pesquisa. A carta-consulta seria
submetida na chamada com prazo até 13 de maio.
Foi sugerido o nome “pecuária sustentável”, com projetos voltados à modelagem e acessos a sistemas pecuários
sustentáveis, que aumentam a produtividade enquanto minimizam os impactos ambientais. O arranjo englobaria
as atividades já em andamento.
Porém, houve discordância quanto ao tema do arranjo. Alguns colegas sugeriram, em vez de pecuária sustentável,
eficiência nos sistemas de produção. Outros argumentaram que sustentabilidade seria um arranjo muito amplo.
E houve quem sugerisse propor mais de um arranjo, para abarcar as diversas linhas de pesquisas da Unidade.
Segundo Ana Rita, serão feitas mais discussões nas próximas semanas.
Arranjos X portfólios
Os arranjos foram criados em novembro de 2012,
com o objetivo de reunir projetos sinérgicos. Pouco
tempo antes, havia surgido a figura dos portfólios
para organizar os projetos.
Mas qual é a diferença entre portfólio e
arranjo? Segundo o Departamento de Pesquisa
e Desenvolvimento (DPD), o portfólio vem de
uma demanda corporativa, da própria Empresa,
enquanto o arranjo vem das Unidades. O arranjo é
um instrumento para que as UDs possam colocar
suas demandas de maneira organizada.
Os macroprogramas continuam, assim como o
Sistema Embrapa de Gestão (SEG). Na verdade,
o SEG foi melhorado, já que o portfólio tem
condições de analisar estrategicamente as
propostas.